No Minho continua a visita do Compasso em cada domingo de Páscoa, garantindo a tradição de geração em geração. Estalam foguetes, soam a campainha e os sinos, recolhem-se óbulos para a conservação da capela do orago, escondida na paisagem, cadeada a prevenir gatunos, esquecida pelas Instituições que deveriam cuidar da sua conservação. E beija-se a imagem de Cristo retorcido na cruz à revelia da ASAE, que não desce a tais pormenores pouco ou nada lucrativos. Viva a tradição! Cumpra-se a tradição mesmo que os chouriços sejam de plástico e os presuntos esterilizados…
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